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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Como escolher um livro - 2


Vamos a mais algumas dicas para a escolha de um livro. São mais duas dicas bem práticas que o ajudam na escolha dos seus livros.

Leia o prefácio

No prefácio, que geralmente não deve ser muito longo, geralmente os autores colocam resumidamente a proposta do livro.

Ali, os autores procuram colocar em poucas palavras o tema do livro e sua proposta, como surgiu aquele livro.

Leia o Sumário

Outra área a ser pesquisada no livro é o sumário, mais conhecido por índice. Nele, podemos ver quais os temas que o autor vai tratar ao longo do seu livro. No índice temos um breve resumo do livro, bem como onde o autor investiu (qual tema é mais elaborado).

Espero que elas o ajudem na escolha dos seus futuros livros.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Dicas de Presente de Natal

Estas são mais algumas dicas de bons livros que podem ser presenteados neste natal.

Hoje vou indicar dois livros do Famoso C.S. Lewis.


Cristianismo Puro e Simples.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a BBC convidou C. S. Lewis para fazer uma série de palestras pelo radio. Foram programas que, ao final, deram um sentido novo a vida de milhares de adultos de todas as classes e profissões. O livro Cristianismo Puro e Simples, que colige essas prelecões legendarias, veio a ser considerado a mais popular e acessível de todas as obras de Lewis, lembrando-nos daquilo que é mais importante na vida e apontando-nos o caminho da alegria e do contentamento.


Cartas de Um Diabo ao seu Aprendiz

Dedicada ao seu amigo J. R. R. Tolkien, esta obra-prirna da ironia divertiu e ins-truiu milhões de leitores com seu retrato zombeteiro e irônico da vida humana fei-to a partir do ponto de vista do diabo Fitatuso. Ao mesmo tempo frenetica-mente cômica e surpreendentemente original, a correspondência entre o experiente diabo e o seu sobrinho Vermebile mostra o lado mais sombrio e jocoso de C. S. Lewis.

Estes dois livros foram muito bem escritos, apesar de sua forma ser diferente (sendo o primeiro um estudo bíblico e o segundo, uma ficção), tem muito a contribuir e edificar a sua vida.

As suas reflexões são perspicázes e relevantes para os dias de hoje.

Para conhecer melhor estes livros, acesse o site Biblioteca Evangélica ou vá direto nas páginas dos livros - Cristianismo, puro e simples e Cartas do Diabo

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Como escolher um livro - 1

Geralmente as pessoas me procuram pedindo dicas de leitura de bons livros.

Vou começar a alistar em alguns posts algumas dicas que me ajudam muito.

Pergunte a um amigo (um crente maduro) sobre o que ele está lendo.

Esta é uma sugestão bem prática que nos ajuda na escolha de um livro para ler. Algumas pessoas gostam muito de ler e sabem identificar quais são os bons livros que existem por aí.

Suas dicas sempre serão valiosas e importantes. Pastores, professores, homens e mulheres piedosos sempre procuram bons livros para leitura.

Procure conhecer um pouco mais sobre a vida do autor

Geralmente os livros tem uma breve descrição de quem é o autor (ou autores) do livro. Eles trazem uma breve descrição de onde ele estudou, o que ele faz (ou fez), e em alguns casos outros livros que ela já tenha escrito.

Essas dicas nos ajudam a identificar um pouco qual é sua linha teológica e por onde ele provavelmente caminhará.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O uso do tempo - algumas dicas

1. A cada um de nós foi confiada à mesma quantidade de tempo

2. O plano de Deus provê tempo suficiente para a realização de Sua divina vontade para aquele dia.

3. Deus espera de nós, a cada dia, somente aquilo que é razoável e estiver dentro de nossa capacidade

4. As nossas prioridades, cuidadosamente relacionadas não devem entrar em conflito com nossos deveres óbvios.

5. Os conflitos e pressões que experimentamos, geralmente surgem de confundirmos os desejos ou pressões humanas – nossos próprios ou os de outrem – com os deveres que Deus espera que cumpramos.

6. O tempo é valioso demais para ser gasto em questões secundárias quando os assuntos primários estão gritando por atenção.


terça-feira, 20 de novembro de 2007

Características de um Bom Professor - Aprendiz

Continuando nossas reflexções sobre algumas caracteristicas de um bom professor, gostaria de destacar mais uma.

O bom professor é um aprendiz

Ensinar não é uma das tarefas mais simples e para tanto exige de quem se aventura nesta tarefa dedicar-se com muito afinco.

Mas antes de pensar em ensinar, o professor precisa estar disposto a aprender. Um bom professor que deseja ser usado por Deus na vida daqueles lhe confiou, mas acima de tudo, ele precisa ser humilde e ensinável.

A grande dificuldade dos professores é que muitos deles não são aprendizes. Gostam de ensinar, mas não querem ter o ônus de estudar e aprender.

Gostaria de sugerir várias formas pelas quais podemos e devemos aprender. Sei que estas sugestões não são as únicas, mas creio que são alguns meios que Deus nos deu para que também aprendessemos.

Aprenda com as pesssoa mais velhas e maduras em Cristo

As pessoas mais velhas tem muito a nos ensinar. Mas quando me refiro aos mais velhos tenho em mente uma pessoa que tem buscado servir ao Senhor e desenvolvido uma vida de piedade. Pessoas que vivem com Deus e são um exemplo de vida pela sua comunhão com Deus.

Sua busca por uma vida piedosa, sua luta pela santidade deveriam ser um incentivo para nós.

Podemos aprender com os crentes que estão ao nosso reder, bem como com aqueles que já viveram neste mundo (Hb 12.1-2). A leitura da biografia dos homens piedosos do passado são um estímulo e um meio de aprendermos com eles também.

Não se contente com aquilo que você imagina que já conhece ou domina

Em sua caminhada diária com Deus, o bom professor sempre procura aprender mais. Ele não se contenta com o que já sabe, mas está sempre se avaliando a procura do que ele pode e deve ainda aprender.

Ele sabe que ainda não atingiu a perfeição e tem muito ainda para caminhar (Fp 3.12-14). As doutrinas, os ensinos antigos, sempre são revisados em sua mente, procurando sempre mais excelência.
Portanto, não se contente com o que julga saber, mas procure sempre aprender mais.

Estude regularmente as Escrituras

Os grandes homens de Deus que mais impactaram o mundo, foram homens que tinham um compromisso pessoal com o estudo da Bíblia.

Eles faziam deste tempo, um momento de reflexão, avaliação e busca por conhecer a Deus mais intimamente.

Daniel e Paulo são dois grandes exemplos disso. Mesmo idosos, o estudo das Escrituras fazia parte de seu cotidiano (Dn 9.1-2, 2Tm 4.13).

Leia bons livros

A leitura de bons livros, com boa teologia é outro meio de aprender mais. Nestes últimos anos bons livros tem sido publicados em diversos segmentos.

Eles são fonte de enriquecimento, de crescimento e ajudam a apreder mais.

A leitura, a boa leitura é um dos melhores hábitos que o ser humano pode desenvolver.

Frequente regularmente a sua igreja local

A igreja local é o organismo dado por Deus para que cresçamos em Cristo. Nela aprendemos a através dos sermões, dos estudos bíblicos, cursos, e também por meio dos relacionamentos que temos com os nossos irmãos em Cristo.

Não seja um frequentador da igreja, mas um participante, aproveitando não só para ensinar, mas também para aprender com os seus irmãos em Cristo (Hb 10.25).

Tenha amigos leais

Quem são seus amigos mais leais? Um grande amigo meu, afirma que seus melhores amigos não aqueles que lhe dão tapinhas nas costas, mas aqueles que lhe mantém atentos para as suas falhas e pecados.

Bons amigos nos conhecem bem e nos ajudam a lutar com as nossas fraquesas e crescer por meio delas.

Bons amigos nos estimulam a uma vida piedosa e com amor nos advertem para nossos erros e pecados.

Bons amigos nos animam quando precisamos e nos ajudam a manter o foco (Pv 17.17; 27.17).

Seja humilde

Um bom aprendiz é uma pessoa humilde. Ele conhece as suas limitações e reconhece que há pessoas mais capacitadas que ele.

Ele também entende que pode aprender com os outros, mesmo quando este tem menos conhecimento que ele.

Ele entende que está num processo e que precisa mudar muito. Quando ensina, reconhece que o que ele está dizendo também se aplica a sua vida (Tg 4.6).

Não confie em suas habilidades e capacidades, seja humilde o suficiente para reconhecer que mesmo elas são dádivas do Senhor.

Tenha o alvo correto

O desejo de aprender, de estudar e por conseguinte ensinar deveria estar ligado à motição correta.

Muitos buscam o sucesso, o reconhecimento dos outros, a satisfação pessoal.

Creio que o maior motivo para um aprendiz e lutar para ser como Jesus.

Seu alvo deveria ser sempre este. Suas avaliações deveriam passar por esta pegunta: isto que estou fazendo me torna mais parecido com Jesus?

Este sim é o bom alvo de todo aprendiz, ser como Cristo (Lc 6.40, Rm 8.29).

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Avaliando a si Mesmo

Aprender a avaliar-se é um dos maiores desafios que o ser humano tem.

Geralmente temos a tendência de avaliarmos os outros. Relevamos os nossos próprios pecados, justificamos os nossos atos, e até damos nomes mais "ligths" para eles. Jonathan Edwards foi um dos homens que também lutou com isso. Deixo abaixo um desafio para cada um de nós.
Eis os seus conselhos de como podemos e devemos nos avaliar.

Faça Sempre uma a auto-reflexão por meio da Palavra de Deus.
  • Ao ler a Bíblia ou ouvir sermões, reflita e compare os seus caminhos com o que você ouviu ou leu. Pondere que harmonia ou desarmonia existe entre a Palavra de Deus e seus caminhos.
  • Ao ler os mandamentos dados por Cristo e seus apóstolos, pergunte se vive de acordo com essas regras? Ou vive de maneira contrária a elas?
  • Ao ler histórias da Bíblia relatando os pecados e os culpados, faça uma auto-reflexão enquanto avança na leitura. Pergunte a si mesmo se é culpado de pecados semelhantes.
  • Ao ler como Deus reprovou o pecado de outros e executou julgamentos por seus pecados, questione se você merece punição semelhante.
  • Ao ler os exemplos de Cristo e dos santos, questione se você vive de maneira contraria aos seus exemplos.
  • Ao ler sobre como Deus louvou e recompensou seu povo pela suas virtudes e boas obras, pergunte se você merece a mesma benção.

Avalie os seus atos

  • Se você faz coisas que geralmente são evitadas por pessoas perspicazes e maduras, tenha um cuidado especial em questionar-se se tais atos poderiam ser pecaminosos.Seria prudente de sua parte considerar conscientemente se isso desagrada a Deus.

  • Quando a coisa é condenada por pessoas piedosas, com certeza isso parece suspeito.

Que lembranças você terá

  • Pergunte a si mesmo se no seu leito de morte terá lembranças agradáveis em relação à maneira que vive.Solenemente pergunte a si mesmo e veja se está fazendo algo agora que pode trazer problemas quando estiver no leito de morte.
  • Pense em seus caminhos e examine a si mesmo com a expectativa sensata de logo partir deste mundo para a eternidade.

Considere o que os outros podem dizer de você

Embora as pessoas estejam cegam quanto às suas próprias faltas, facilmente descobrem os erros dos outros. Devemos ouvir o que os outros dizem de nós, observar do que eles nos acusam, atentar para que erro que encontram em nós e com diligência verificar se há algum fundamento nisso.

Se outros nos acusam de qualquer coisa, deveríamos honestamente nos questionar se isso é verdade. Podemos pensar que a acusação é totalmente infundada e podemos pensar que os motivos ou o espírito do acusador estão errados, mas a pessoa perspicaz verá isso como uma ocasião para um auto-exame.

Devemos ouvir especialmente o que nossos amigos dizem de nós e sobre nós.Também deveríamos atentar para as coisas que nossos inimigos nos acusam:Nossos inimigos atacam onde somos mais fracos e mais defeituosos.

Mesmo quando foi feito de modo errado, pode ser que haja uma verdade nisso.Não importa a maneira como as pessoas falam e o que falam de nós. A resposta certa é a auto-reflexão.


Ao notar os erros nos outros, verifique se tem as mesmas deficiências

Ao notar os erros nos outros, seus atos impróprios, atitudes rudes, ou um comportamento inadequado – reflita.

  • Avalie se não um erro semelhante na sua conduta ou atitude.
  • Avalie como os outros são cegos em relação aos seus próprios pecados e pergunte a si mesmo se você sofre do mesmo tipo de cegueira.
Você sabe que as pessoas são cegas pelas suas próprias paixões. Os mesmos apetites e paixões carnais da mente já o enganaram?

Questione se sua ligação com este mundo pode estar lhe cegando de tal forma que o leve a justificar coisas na sua vida que não estão certas.

Veja como os outros estão cegos pelo mundanismo.Você tem o mesmo coração enganos e desesperadamente corrupto para certas práticas.

Adaptado do livro: Sociedade sem pecado – John MacArthur, Jr

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Mantendo o Foco Correto

Apegue-se ao trabalho. Não recue porque o leão ruge; não pare de jogar de pedras nos cachorros do diabo; não perca tempo caçando os coelhos deste. Faça o seu trabalho. Deixe os mentirosos e suas mentiras, deixe os sectários discutirem, deixe os críticos maldizerem, deixe os inimigos acusarem, deixe o diabo fazer o pior; mas cuide para que nada o impeça de cumprir com alegria o seu trabalho que Deus lhe incumbiu.

Ele não o mandou ser admirado ou estimado, e nunca ordenou que defendesse seu caráter. Ele não posicionou para contradizer as falsidades (acerca de você mesmo) que os servos de Satanás ou de Deus talvez comecem a espalhar, nem para investigar cada rumor que ameace sua reputação. Se você agir assim, não obterá resultados satisfatórios; estará trabalhando para si mesmo, não para o Senhor.

Mantenha-se no trabalho do Mestre. Que seu alvo seja fixo como uma estrela. Você pode ser assaltado, injuriado, insultado, caluniado, ferido e rejeitado, incompreendido ou acusado de motivações impuras; bem como afrontado pelos inimigos, traído pelos amigos, desprezado, rejeitado pelos homens. Mas tenha determinação e zelo inabalável, a fim de perseguir o grande propósito e objetivo de sua existência, até que finalmente possa dizer: “Completei o trabalho que Tu me deste”

Anônimo – citado do livro Ministério Pastoral
de John McArthur, pg.36

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Um Forte amor pelo Ensino

"Quando garoto, morava num bairro da Filadélfia que era muito resistente ao evangelho. Dizia-se que era impossível fundar uma igreja evangélica ali. Mas parece que Deus tem um extraordinário senso de humor com relação à afirmação de que isto ou aquilo é impossível. Ele inspirou um pequeno grupo de crentes para que se reunissem, comprassem uma casa e ali fundassem uma igreja.

Nela havia um homem de nome Walt, que cursara apenas até a sexta série. Certo dia ele disse ao superintendente da escola dominical que queria ensinar uma classe. O outro lhe replicou:

- Ótimo, mas no momento não temos uma classe para você.

Como Walt insistisse, o superintendente disse:

- Bom, então você terá que sair por aí e arranjar alunos. Todos os que você convidar e trouxer aqui serão seus alunos.

E Walt saiu pelo bairro. Na primeira vez que se aproximou de mim, eu estava jogando bolinhas de gude na calçada.

- Garoto, disse ele, gostaria de ir a uma escola dominical?

Não me interessei nem um pouco. Se tinha o nome de escola não poderia ser coisa boa. E ele continuou:

- Que tal um joguinho, nós dois?

Ah, aí a conversa já era outra. Pusemo-nos a jogar e passamos uns ótimos momentos ali, embora ele tivesse ganhado tudo de mim. Mas, àquela altura, eu seria capaz de segui-lo onde me levasse.

Walt conseguiu reunir treze garotos do bairro para formar sua classe de escola dominical. Nove deles eram filhos de casais separados. Hoje, onze desses meninos acham-se engajados no serviço cristão em tempo integral.

Para ser sincero, não seria capaz de citar muita coisa do que ele nos disse, mas dele próprio posso dizer muita coisa, porque aquele homem me amou com o amor de Cristo. Amou-me mais do que meus pais.

Ele costumava dar longos passeios conosco, e aquele belos momentos ficaram gravados em minha mente. Não tenho dúvida de que nós lhe demos muito trabalho, agravando mais o problema cardíaco que o afligia. Mas ele andava por aqueles lugares porque nos amava.

Não era o homem mais inteligente do mundo, mas era sincero. Vivia o que pregava. Percebi isto claramente, e tenho certeza de que outros garotos também o notaram."

Trecho do Livro: Ensinando para Transformar Vidas, pg. 10,11 Howard Hendricks, Ed. Betânia

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

O Estudo de Deus

“nada melhor para o desenvolvimento da mente que a contemplação da divindade. Trata-se de um assunto tão vasto, que todos os nossos pensamentos se perdem na sua imensidão; tão profundo que nosso orgulho desaparece em sua infinitude...

Quando chegamos a essa ciência superior e descobrimos que nosso fio de prumo não consegue sondar sua profundidade e os nossos olhos de águia não podem ver sua altura vemos quão pequenos somos e nada sabemos. Nenhum tema contemplativo tente a humilhar mais a mente que os pensamentos sobre Deus.

Ao mesmo tempo, porém que este assunto humilha a mente, ele também expande.

Aquele que pensa com freqüência em Deus, terá a mente mais aberta do que alguém que apenas caminha penosamente por este estreito globo...O melhor estudo para expandir a alma é a ciência de Cristo, e este crucificado, e o conhecimento da divindade na gloriosa trindade...

Ao mesmo tempo em que humilha e expande, este assunto é eminentemente consolador. Na contemplação de Cristo, existe um bálsamo para cada ferida; na meditação sobre o Pai, há consolo para todas as tristezas, e, na influência do Espírito Santo alivio para todas as mágoas...”

Mensagem proferida em 7 de janeiro de 1855, por Charles Randon Spurgeon

Estraído do Livro: O conhecimento de Deus, J.I. Packer, pg. 17-18 Editora Mundo Cristão

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

O Amor de Deus

Se desejam ser capazes de ver o amor de Deus neste grande processo, precisam considerar como Ele deu Seu Filho. Ele não deu Seu Filho, como vocês talvez tenham feito ou venha a fazer, para alguma profissão ou carreira, e através da qual vocês talvez ainda possam desfrutar da sua companhia; mas Ele enviou Seu Filho para o exílio entre os homens. Ele O enviou àquela manjedoura, em forma humana perfeita, mas a princípio como uma criança. Ali Ele dormia, onde o gado se alimentava. O Senhor enviou o herdeiro de todas as coisas para labutar numa oficina de carpinteiro, usando o martelo, a serra e a plaina. Ele O enviou para o meio de escribas e fariseus, cujos olhos astutos O observaram, e cujas línguas cruéis O açoitaram com calúnias do mais baixo nível. Ele O mandou para sofrer fome e sede, e para viver em pobreza tal que não tinha onde encostar a cabeça. Ele O enviou ao mundo para ser vergastado e coroado de espinhos, dando as costas aos flageladores e a face aos que Lhe arrancaram a barba. Finalmente Deus O entregou à morte — uma morte de criminoso, morte por crucificação. Contemplem a cruz e vejam a angústia dAquele que morreu sobre ela; e vejam como o Pai O entregou — até o ponto de esconder Seu rosto dEle, e agir como se não tivesse nada a ver com Ele! "... lamá sabactâni" nos revela quão completamente Deus deu Seu Filho para redimir as almas dos pecadores. Ele O entregou para ser feito maldição por nós — deu-O para que morresse, "o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus".
Extraído do livro Amor Imensurável, ed. PES.
Mensagem proferida por C.H. Spurgeon em 07 de Julho de 1885

A Vitalidade da Fé

O profeta Daniel é lembrado por todos nós como um dos grandes profetas das Escrituras e os eventos incríveis de sua vida. Lembramos de Daniel como o homem que revelou os sonhos a Nabudonossor. Lembramos de Daniel na cova dos Leões, e também de seus amigos na fornalha acesa.
Porém, há um evento em sua vida que é tão importante em sua e revela como um homem pode se manter fiel a Deus, a despeito do local onde ele vive e trabalha por tantos anos.
No final de sua vida, com aproximadamente 80 anos, lemos esse pequeno parágrafo em seu livro: "...no primeiro ano de seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros, que o número de anos que falara Jeremias....era de setenta anos" (Daniel 9.2). Este é um dos trechos de seu livro que passa despercebido, pois logo abaixo há uma oração piedosa e marcante feita por ele. Entretanto, se olharmos com mais atenção veremos um fator importante na vida de Daniel. Mesmo idoso, tendo passado por tantos reinos e anos buscando e servindo a Deus, ele ainda mantinha um costume, uma atitude que fez dele um homem especial (piedoso). Ele ainda estudava as Escrituras.
Certa feita, em uma viagem, um jovem se encontrou com um grande pregador de seu país. Um homem conhecido por sua mensagem e por sua vida. Ao encontrar-se com ele perguntou qual era o grande segredo de uma vida tão piedosa e uma mensagem tão poderosa. Ao que o pregador respondeu. Enquanto você gastar mais tempo com esta revista que com este livro (a Bíblia), saberá mais coisas a respeito desta revista do que deste livro. Daniel entendia o valor do estudo pessoal das Escrituras e isso fez diferença em sua vida.

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